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Uma mulher, de 50 anos, do lar, nos últimos 2 meses vem apresentando lentificação psicomotora, anedonia, ideias de culpa, perda da autoestima, insônia, desesperança e redução do apetite. Há 1 mês, associado ao quadro, começou a ter ideação suicida. Está sendo tratada pelo médico da Unidade Básica de Saúde com amitriptilina 25mg, para “ajudar no sono”, porém apresenta piora progressiva do quadro clínico. Familiares a trazem à Emergência de um hospital geral após tentativa de suicídio com 30 comprimidos de amitriptilina, paciente chega desacordada e é levada para a sala vermelha. Familiares relatam ao médico que a paciente perdeu um filho assassinado há 1 semana. Não apresenta histórico prévio de doenças psiquiátricas, nem comorbidades clínicas e uso de medicações. Nega fazer uso de álcool e demais substâncias psicoativas.Após manejo e estabilização do quadro de intoxicação, qual o diagnóstico psiquiátrico mais provável e a melhor conduta?ATranstorno afetivo bipolar, fase depressiva, deve ser iniciado estabilizador do humor ainda na emergência e encaminhada ao psiquiatra.BDepressão Grave e deve ser feito avaliação do risco de nova tentativa de suicídio ainda na emergência.CLuto e deve ser dado alta com manutenção da prescrição de amitriptilina 25mg e orientação de manter tratamento na UBS.DDepressão Grave e encaminhamento a Psiquiatria e Psicologia.

Question

Uma mulher, de 50 anos, do lar, nos últimos 2 meses vem apresentando lentificação psicomotora, anedonia, ideias de culpa, perda da autoestima, insônia, desesperança e redução do apetite. Há 1 mês, associado ao quadro, começou a ter ideação suicida. Está sendo tratada pelo médico da Unidade Básica de Saúde com amitriptilina 25mg, para “ajudar no sono”, porém apresenta piora progressiva do quadro clínico. Familiares a trazem à Emergência de um hospital geral após tentativa de suicídio com 30 comprimidos de amitriptilina, paciente chega desacordada e é levada para a sala vermelha. Familiares relatam ao médico que a paciente perdeu um filho assassinado há 1 semana. Não apresenta histórico prévio de doenças psiquiátricas, nem comorbidades clínicas e uso de medicações. Nega fazer uso de álcool e demais substâncias psicoativas.Após manejo e estabilização do quadro de intoxicação, qual o diagnóstico psiquiátrico mais provável e a melhor conduta?ATranstorno afetivo bipolar, fase depressiva, deve ser iniciado estabilizador do humor ainda na emergência e encaminhada ao psiquiatra.BDepressão Grave e deve ser feito avaliação do risco de nova tentativa de suicídio ainda na emergência.CLuto e deve ser dado alta com manutenção da prescrição de amitriptilina 25mg e orientação de manter tratamento na UBS.DDepressão Grave e encaminhamento a Psiquiatria e Psicologia.

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Solution

A resposta mais adequada é a opção B. A paciente apresenta sintomas clássicos de Depressão Grave, incluindo lentificação psicomotora, anedonia, ideias de culpa, perda da autoestima, insônia, desesperança, redução do apetite e ideação suicida. A recente perda de um filho pode ter sido um gatilho para o agravamento dos sintomas. É crucial realizar uma avaliação do risco de nova tentativa de suicídio ainda na emergência, dada a recente tentativa de suicídio da paciente. Além disso, é importante encaminhá-la para acompanhamento psiquiátrico e psicológico para o tratamento adequado da depressão.

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