“Coragem... pequeno soldado do imenso exército. Os teus livros são as tuas armas, a tua classe é a tua esquadra, o campo de batalha é a terra inteira, e a vitória é a civilização humana. ”A expressão “pequeno soldado do imenso exército” equivale a:Resposta obrigatóriaestudantes.militares.marinheiros.soldados.
Question
“Coragem... pequeno soldado do imenso exército. Os teus livros são as tuas armas, a tua classe é a tua esquadra, o campo de batalha é a terra inteira, e a vitória é a civilização humana. ”A expressão “pequeno soldado do imenso exército” equivale a:Resposta obrigatóriaestudantes.militares.marinheiros.soldados.
Solution
estudantes.
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Eis as principais reivindicações do Manifesto ao Mundo: “1º. O voto livre e universal do povo brasileiro; 2º. A plena absoluta liberdade de comunicar os pensamentos por meio da imprensa; 3º. O trabalho como garantia de vida para o cidadão brasileiro; 4º. O comércio a retalho só para os cidadãos brasileiros; 5º. A inteira e efetiva independência dos poderes constituídos; 6º. A extinção do poder moderador e do direito de agraciar; 7º. O elemento federal na nova organização; 8º. A completa reforma do poder judicial, em ordem a segurar as garantias dos direitos individuais dos cidadãos; 9º. A extinção da lei do juro convencional; 10º. A extinção do atual sistema de recrutamento.MELO, J. M. F. Crônica da Rebelião Praieira (1848-1849). 2. ed. Brasília: Senado Federal, 1978. p. 194-195.Tais reivindicações do Manifesto ao Mundo, no contexto da Revolução Praieira, representavam os anseios dos membros de qual grupo político?a)Dos liberais, também chamados de praieiros, que defendiam o fim do Império brasileiro para a instalação da República.b)Dos praieiros, dissidentes do partido conservador, que defendiam o Império desde que o território fosse federalizado.c)Dos conservadores, também chamados de saquaremas, que apoiavam a ideia de um governo central com plena autoridade.d)Dos saquaremas, fortes defensores dos ideais republicanos, que se inspiraram nos levantes de 1848, conhecidos como Primavera dos Povos.e)Dos moderadores, que tinham à frente a figura do imperador, D. Pedro II, que, naquele contexto, praticava o chamado parlamentarismo às avessas.
QUESTÃO 27Uma esperançaAqui em casa pousou uma esperança. Não a clássica, que tantas vezes verifica-se ser ilusória, embora mesmo assim nos sustente sempre. Mas a outra, bem concreta e verde: o inseto.Houve um grito abafado de um de meus filhos:—Uma esperança! e na parede, bem em cima de sua cadeira! Emoção dele também que unia em uma só as duas esperanças, já tem idade para isso. Antes surpresa minha: esperança é coisa secreta e costuma pousar diretamente em mim, sem ninguém saber, e não acima de minha cabeça numa parede. Pequeno rebuliço: mas era indubitável, lá estava ela, e mais magra e verde não poderia ser.—Ela quase não tem corpo, queixei-me.—Ela só tem alma, explicou meu filho e, como filhos são uma surpresa para nós, descobri com surpresa que ele falava das duas esperanças.Ela caminhava devagar sobre os fiapos das longas pernas, por entre os quadros da parede. Três vezes tentou renitente uma saída entre dois quadros, três vezes teve que retroceder caminho. Custava a aprender.—Ela é burrinha, comentou o menino.—Sei disso, respondi um pouco trágica.—Está agora procurando outro caminho, olhe, coitada, como ela hesita.—Sei, é assim mesmo.—Parece que esperança não tem olhos, mamãe, é guiada pelas antenas.—Sei, continuei mais infeliz ainda. [...].LISPECTOR, Clarice. A Hora da Estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.Disponível em: https://claricelispector.blogspot.com/2008/07/uma-esperana.html. Acesso em: 17 mar. 2024.O trecho do conto de Clarice Lispector destaca uma característica peculiar da escrita dessa artista no âmbito da subjetividade, que éa presença de uma mulher como narradora personagem, pois o aspecto maternal é o que define o tema da narrativa.o hermetismo, já que esse fragmento apresenta simultaneamente elementos místicos, filosóficos e fantasiosos.a presença de animais, os quais são utilizados como instrumento para destacar o caráter intimista e introspectivo da narrativa.o cotidiano familiar, que aproxima o texto de uma crônica, dado o tema banal e a linguagem simples.a epifania, uma vez que a protagonista é surpreendida pela percepção do filho a respeito do que significa ter esperança.
O mundo inimigoO cavalo mecânico arrebata o manequim pensativoque invade a sombra das casas no espaço elástico.Ao sinal do sonho a vida move direitinho as estátuasque retomam seu lugar na série do planeta.Os homens largam a ação na paisagem elementare invocam os pesadelos de mármore na beira do infinito.Os fantasmas vibram mensagens de outra luz nos olhos,expulsam o sol do espaço e se instalam no mundo.MENDES, Murilo. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994.Os movimentos de vanguarda ocorridos no início do século XX influenciaram a literatura modernista brasileira, como se verifica nesse poema de Murilo Mendes, que remete aoa)Futurismo, pela exaltação da velocidade e da tecnologia e rejeição ao passado.b)Cubismo, pela fragmentação da realidade e utilização de linguagem rebuscada.c)Surrealismo, pela livre associação de ideias e ruptura com a lógica convencional.d)Expressionismo, pela distorção da realidade e valorização das emoções intensas.e)Dadaísmo, pela rejeição ao racionalismo e desintegração completa da linguagem.
A sensação de _________, como na _________ de carreira ou recolocação profissional, até depois de momentos muito desafiadores de vida, aparece no _________, as novas conexões sociais contribuem com novos olhares e afetos, e a intenção de beneficiar o outro além de si mesmo aumenta o bem-estar e _________.
[…] desde o começo da campanha contra o Paraguai, escravos e libertos foram alistados no Exército e na Marinha. “O alistamento desses indivíduos ocorria pela força, por doações, por substituições ou quando os escravos fugiam e se apresentavam como homens livres” (IZECKSOHN, 2011, p. 405). A impossibilidade de mensurar a quantidade de ex-escravos que fizeram parte do exército brasileiro na Guerra do Paraguai é causa da invisibilidade desse grupo étnico no teatro da guerra. Porém, a existência de indivíduos negros nas tropas de milícias, assim como na Marinha e também no próprio Exército, sempre foi uma realidade.MATHEUS, D. R. S. “Tem sangue retinto pisado, atrás do Herói emoldurado”: a participação dos escravizados na Guerra do Paraguai. 2019. Monografia (Graduação em Ciências Sociais) – Universidade de Taubaté, Taubaté, 2019. p. 44.Entre os fatores que justificam a presença de escravizados no Exército brasileiro durante a Guerra do Paraguai, podemos citara)a prática voluntária dos proprietários de escravizados de enviá-los aos combates em nome do país.b)o insucesso do decreto que instaurou os Voluntários da Pátria, que eram pessoas sem treinamento militar.c)a preocupação em alistar homens fortes, ainda que pouco acostumados com práticas de resistência em situações de combate.d)os bons resultados obtidos, na Guerra da Cisplatina (1825-1828), pelos grupos militares formados por negros.e)a abertura da cidadania a todos os homens maiores de 18 anos, independentemente da classe social.
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